Ablação por catéter: um procedimento minimamente invasivo para tratar a arritmia cardíaca
A intervenção cardiológica está se difundindo pelo interior do Brasil


02/07/2019 09:21:42 Comunicação NOTÍCIAS

A arritmia cardíaca, doença que atinge mais de 20 milhões de brasileiros*, pode ser curada ou tratada com um procedimento indolor e que permite ao paciente a possibilidade de permanecer sem medicação. A intervenção responsável pelos benefícios acima mencionados é a ablação por catéter. Realizada em regime hospitalar e com internação de curta duração (24 a 48 horas), ela ocorre mediante o suporte de uma tecnologia de ponta e raramente é cumprida em locais distantes dos grandes centros cardiológicos nacionais.

Detentor do título de Cardiologista pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e com especialização em Arritmia Cardíaca pela Beneficência Portuguesa de São Paulo-SP, Dr. Matheus Moraes (CRM 161.099), médico natural de Bragança Paulista-SP, explicou didaticamente o moderno procedimento, destacando o conceito de cauterização por radiofrequência.

“Primeiramente, um catéter é inserido na veia ou artéria do paciente, com a finalidade de estudar o sistema elétrico do coração e identificar o local exato da arritmia. Caso seja um local seguro, é realizada a cauterização por radiofrequência”, introduziu o Dr. Matheus Moraes, antes de salientar a diferença técnica dos catéteres envolvidos na intervenção cardiológica.

“Há um catéter para estudo e um catéter responsável pela ablação. Portanto, no mesmo dia, é possível realizar o estudo e a ablação no paciente, de forma a identificar e combater o foco da arritmia cardíaca com rapidez e precisão, sem prolongar o período de internação previamente estimado”, sublinhou.

Por fim, Dr. Matheus Moraes detalhou que a ablação por catéter pode ser realizada tanto em crianças quanto em idosos, registrando, em alguns casos, a porcentagem de 98% de chance de cura da arritmia. “É um método eficaz, que abrange várias faixas etárias e está se difundindo positivamente. E, além de fazer com que o paciente possa ficar sem medicação, é uma intervenção que contribui positivamente para a qualidade de vida das pessoas”.

*SOBRAC (Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas). Dia Mundial do Coração e a Necessidade de Atenção Para as Arritmias Cardíacas. Disponível em: https:// sobrac.org/home/release-release-dia-mundial-do-coracao-e-a-necessidade-de-atencao-paras-as-arritmias-cardiacas// Acesso em: 17 de junho de 2019

Equipe de Cardiologia do Hospital Universitário São Francisco na Providência de Deus
Dr. Bruno Stefani Lelis Silva – CRM/SP 129.168
Dra. Cristina de Sylos – CRM/SP 93.128
Dr. Edgar Paul Nunez Rubio – CRM 148.890
Dra. Fernanda Coutinho Storti Malufi – CRM/SP 86.935
Dr. José Armando Mangione – CRM 31.002
Dr. Leonardo Moraes de Albuquerque – CRM 111.374
Dr. Luiz Felipe Wili – CRM 115.317
Dra. Maria Cristina César – CRM 156.962

Dr. Matheus Bueno de Moraes – CRM 161.099
Dr. Murillo de Oliveira Antunes – CRM/SP 104.620
Dr. Tibério Augusto Oliveira Costa – CRM 174.265
Dr. Vitor Endo Daher – CRM 157.186


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